domingo, 13 de dezembro de 2015

FLAVINHA BEBEZINHA

Olá, amiguinhos, meu nome é Flávia, tenho 16 aninhos e quero compartilhar um pouco sobre a minha vida e como me tornei infantilista. Espero que gostem, bjos!


Sou filha única, minha família é bem sucedida e nunca me deixaram faltar nada, cresci em meio a mimos e superproteção.
No ano em que completei  9 anos, meu pai, infelizmente, veio a falecer em um acidente de avião. Minha mãe ficou arrasada. Chorei muito com a minha mãe, lembrando os bons momentos que passamos juntos.
Alguns meses haviam passado após a morte de meu pai quando minha mãe foi acometida por uma fobia doentia que a fez querer me proteger de tudo e de todos. Desde então ela passou a me deixar presa dentro de casa sem poder sair na rua sozinha ou  ir brincar com minhas amigas. As vezes eu tentava, de alguma forma, fugir para brincar na rua, porém sempre minha mãe me levava de volta para casa em meio à cintadas.
Certa vez, eu conseguir fugir para ir brincar com minhas coleguinhas na casa de outra amiga que morava umas três ruas depois da minha. Neste dia eu passei dos limites saí de casa às duas da tarde e retornei às sete da noite. Voltando para casa, virei a esquina da minha rua e vi, de longe, a minha mãe aos berros desesperada sendo amparada pelos vizinhos. Minhas amigas me olharam e eu logo entrei em desespero também.
   - Ai, é hoje que minha mãe me mata! Disse para Elisa, minha melhor amiga.
   - Nossa, Flavinha, espero que sua mãe não seja muito dura com você, boa sorte amiga! Respondeu Elisa já tomando certa distância de mim.
Entrei em casa correndo e aos prantos imaginando a surra que iria levar naquela noite. E foi dito e feito, minha mãe logo entrou em casa e me ordenou que eu fosse para o meu quarto e a aguardasse lá. Nunca consegui esquecer aquela surra. Minha mãe me deixou marcas no corpo todo e me pôs para dormir sem jantar.
Naquela noite demorei muito para pegar no sono, ainda soluçava muito chorando pelas cintadas que ainda ardiam em meu corpo. Foi aí que ouvi a porta do quarto se abrir e minha mãe entrar e caminhar em minha direção. Fechei os olhos e continuei a chorar. Minha mãe sentou ao meu lado e me abraçou forte e senti que ela também estava chorando.
   - Princesa, a mãe não queria te maltratar, mas você me deixou muito preocupada. Você promete que não vai mais deixar a mamãe desse jeito? Perguntou minha mãe em meio espasmos de choro.
Olhei para ela e vi aquele rosto meigo, vermelho de tanto chorar e a abracei bem forte.
   - Sim, mamãe, eu prometo, não vou te fazer sofrer.
Adormeci em meio aos cafunés da minha mãe.
Na manhã seguinte acordei assustada, ainda com o corpo dolorido, percebi que minha cama estava molhada, levantei o meu lençol e vi meu pijama todo ensopado. Levantei e fui contar para minha mãe o acontecido.
Minha mãe levantou da cama sem dizer uma palavra, foi ao meu quarto pegou meu colchão e lençóis e os levou para fora da casa para serem limpos. Fiquei encostada na porta do quarto de cabeça baixa, morrendo de vergonha. Ainda sem falar nada ela pegou em meu pijama e viu que realmente estava molhado de xixi, então ela retirou a minha roupa e me levou ao banheiro e me deu banho. Fazia tempo que minha mãe não me dava banho, por isso tudo aquilo era estranho e vergonhoso pra mim. Depois do banho ela me vestiu e fomos tomar café juntas. Depois disso ela me levou para a escola e foi trabalhar.
Aquele dia foi normal como todos os outros, minha mãe me buscou na escola e me levou para casa e não me deixava sair para lugar nenhum. Minha mãe estava cada vez mais super protetora e agora até a minha comida ela queria me dar na boca. De noite depois do jantar ela me levou para o banheiro.
   - Mamãe, eu sei me banhar sozinha. Disse para ela oferecendo uma certa resistência para aquela situação.
   - Flavia, entenda que eu só quero o seu bem, a partir de hoje eu vou cuidar de você, vou te dar banho, vou te dar de comer e você vai  prometer que vai ser obediente. Retrucou minha mãe apertando o meu braço para me intimidar.
Abaixei minha cabeça e obedeci. Depois do banho a mãe pediu que a esperasse na porta do quarto enquanto ela iria buscar algumas coisas dentro do carro. Não entendi direito o que estava acontecendo e fiquei plantada ali enrolada em minha toalha de banho. Foi quando minha mãe entrou com uma bolsa de bebê nas mãos, colocou-a em minha cama e retirou dela pomada para assaduras, um vidro de talco, colônia para bebês e, por último, uma fralda descartável. Arregalei meus olhos e fiquei desesperada ao ver minha mãe me chamando para deitar em minha cama.
   - Vem, Flavinha, deite aqui e deixa a mamãe cuidar de você!
   - Mas mãe...
   - Mas nada venha cá deite logo que eu estou mandando!
Caminhei para a cama e me deitei chorando. Minha mãe logo colocou uma chupeta na minha boca e ordenou que engolisse o choro. Fiquei deitada na cama soluçando meu choro com a chupeta na boca enquanto minha mãe abria a fralda. Pediu que eu levantasse o quadril e então pôs a fralda embaixo de mim. Após isso ela passou pomada, talco e fechou a fralda. Depois passou um pouco de colônia, me vestiu com uma camisolinha da turma da Mônica e me pôs pra dormir.


Por hoje é só, coleguinhas, até  a próxima!

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

CONTOS DO ENZO Parte 4

Sairmos de casa e começamos a caminhar pela calçada. Todos os meninos olhavam, riam e diziam:
- Lá vai o bebezinho da mamãe!
Fomos à feira e fizemos as compras para o fim de semana. Na volta entramos na casa de Priscila, porém sua mãe estava com visitas em casa para meu desespero. Entramos na casa e logo virei alvo dos olhares de todos ali presente. A mãe de Priscila, Dona Carmem, pediu que fôssemos até o quarto onde ela estava trocando a fralda da bebezinha. Então ela perguntou à minha tia:
- Então finalmente você conseguiu o bebê que você tanto queria, Marta?
Todos olharam pra mim e em resposta  soltei um sorriso sem graça.
- Notei que a fralda que ele usa é da mesma que eu uso em Sofia, não é? Indagou Dona Carmem
- É verdade, amiga, essa fralda era da minha filha. Respondeu minha tia.
- Vem aqui, Marta quero te dar uma coisa que você vai gostar. Disse Dona Carmem com um certo entusiasmo.
Fiquei no quarto com Priscila, Camila e a neném. Ficamos curiosos para saber qual era o presente que Dona Carmem preparou para minha tia. De repente minha tia nos chama para compartilhar o presente que havia recebido. Fomos correndo, loucos para saber qual era surpresa e para minha surpresa vi que o presente era na verdade para mim.
- Olha, bebê, o que a tia Carmen separou pra você! Disse minha tia toda feliz.
Era um enxoval de bebê pra mim.
- Olha, Enzo que lindas essas calcinhas enxutas que você ganhou! Exclamou Priscila mostrando uma calça enxuta amarela da turma da mônica.
Novamente me vi sem graça e fiquei quieto no canto. Todas elas ali conversando e admirando o presente que eu havia ganhado. Quando Priscila novamente falou:
- Olha, mãe, essa fralda que o Enzo está usando, foi eu e a Camila que trocamos.
- É mesmo minha filha? Vem cá, Enzo, deixa eu ver o resultado do trabalho da Priscila e da Camila. Pediu dona Carmen.
Quando me aproximei ela tirou meu short e minha blusa me deixando só de fralda. Eu todo tempo de cabeça baixa.
-Essas fraldas são ótimas, adorei essa marca. Disse Dina Carmen me girando para ver os detalhes da peça.
De repente o quarto estava repleto de gente. Todos admirados ao me ver. Algumas mulheres exclamavam:
- Que fofo, com essa fraldinha rosa!
Me vestiram e fomos para casa.

Foi um dia inesquecível pra mim. Depois do almoço saímos, eu, Priscila e Camila a correr pelo quintal de casa.

quinta-feira, 5 de novembro de 2015

CONTOS DO ENZO Parte 3

Depois do café, como de costume, fomos brincar no terraço, Priscila tinha trazido sua casa de bonecas e perguntou para mim e para Camila se queríamos brincar de casinha primeiro e todos concordamos.
- Então vamos fazer assim eu sou a mãe, Camila é a tia e você , Enzo, que já está de fralda mesmo, vai ser o filhinho, tá?
Brincamos bastante de casinha.
O terraço da casa era grande, com alguns jarros de plantas ornamentais. O portão era grande, de ferro e todos da rua que estivesse passando podiam olhar aquelas três crianças brincando. Eu fazia de tudo para me esconder atrás dos jarros de plantas para que ninguém da rua me olhasse usando fralda.
Alguns meninos da minha idade começaram a sair de suas casas para jogar futebol na rua. Nunca fui de brincar com os meninos da rua, mas mesmo assim seria constrangedor se eles me vissem.
De repente o João que morava quase em frente a minha casa se posicionou no portão da minha casa e perguntou:
- Ei menino, você quer jogar futebol com a gente? Nosso time está desfalcado.
Fiquei gelado e não podia sair de trás do jarro de planta. Priscila e Camila ficaram observando e sorrindo da situação.
- Minha tia não deixa eu sair agora pra rua. Respondi na esperança que ele fosse logo embora
- Se quiser eu posso ir falar com ela pra você. Insistiu o menino.
No momento que eu ia responder, minha tia grita o meu nome lá da cozinha:
- Enzo, venha já aqui, agora!
Naquele momento não sabia o que fazer, se eu levantasse o João iria ver que eu estava usando fralda. Novamente minha tia fala:
- Camila e Priscila tragam o bebê pra cá!
- Vamos, Enzo, a tia está chamando! Disse Camila.
Continuei parado sem saber o que fazer. Por que aquilo estava acontecendo comigo?
Então minha tia chegou gritando no terraço despertando a atenção de todos os garotos da vizinhança:
- Enzo, eu já te chamei, você sabe que eu não falo duas vezes.
Então tive que me levantar.  João, ao me ver, começou a rir e saiu gritando:
-OLHEM GENTE! O MENINO DA CASA 12 USA FRALDA DE BEBÊ!!!!
Neste momento os meninos se amontoaram no portão para ver  aquele menino franzino de pé sem saber o que fazer com sua fraldinha rosa.
Neste momento minha tia e minhas amigas tentaram me defender:
- O que vocês estão olhando?Não tem o que fazer?! Bradou minha tia
- Vocês meninos são uns chatos mesmos, só o Enzo é legal. Disse Priscila.
Foi nesse momento que comecei a caminhar para dentro de casa ao som das gargalhadas dos meninos.

Ao chegar na sala minha tia separou um shortinho para eu vestir, pois iríamos sair. O short era de algodão branco bem apertado que ao vestir deixava transparecer a fralda por baixo. Agora já pronto pra sair pra meu desespero os meninos ainda continuavam na rua jogando bola. Abaixei a cabeça com vergonha e sair de mãos dadas com Priscila, Camila e minha tia.

CONTOS DO ENZO parte 2 (Minhas novas babás)

Quando amanheceu acordei com o sol penetrando pela fresta da janela. Ainda de fralda voltei a dormir, de certa forma até que já estava gostando da situação. Apesar de ser uma manhã de sábado minha tia sempre acordava cedo, preparava o café e esperava minhas vizinhas, Priscila e Camila, que nos últimos dois sábados sempre iam lá em casa brincar comigo. Quando elas chegaram minha tia abriu o portão para elas e logo perguntaram por mim. Para meu desespero eu ainda estava dormindo de fralda e minha tia disse que elas poderiam ir ao meu quarto me acordar.
Quando elas chegaram se depararam com a situação: um menino de oito anos, mesma idade delas, dormindo de fralda como um bebezinho. Priscila e Camila se entreolharam espantadas e logo começaram a soltar aqueles sorrisinhos que acabaram me acordando. Ao abrir meus olhos vi minhas duas vizinhas lindas rindo ainda espantadas com a situação, foi então que me toquei que estava usando a fralda que minha tia trocou pela ultima vez naquela noite mal dormida. Não sabia para onde olhar e comecei a sorrir totalmente sem graça diante daquela situação. Então minha tia entrou no quarto e Camila perguntou:
- Tia Marta, por que o Enzo está usando fraldinha?
- É que apesar de ter oito anos, o Enzo ainda é uma criancinha, não é como vocês que já são bem maduras. Além disso ele ainda está doente. Respondeu minha tia.
Então minha tia pediu que eu levanta-se da cama que ela iria me dar banho. Respondi desesperado pra ela:
- Ah não, tia...
- Você vai fazer exatamente o que eu te falo, rapazinho, agora venha aqui deixa eu tirar sua fralda. Ordenou minha tia.
Priscila e Camila não paravam de sorrir e aquilo me deixava muito sem graça, primeiro minhas vizinhas me olham usando fralda agora elas estão me olhando pelado. Minha tia retirou minha fralda e viu que a mesma estava ensopada de xixi. Fiquei espantado com aquilo. Então minha tia mostrou minha fralda ensopada para Priscila e Camila e disse:
- Eu não disse que o Enzo ainda é uma criancinha apesar dos seus oito anos. Por isso peço a vocês duas que me ajudem a cuidar dele, sei que vocês tem a mesma idade dele, mas ele é especial não esqueçam disso, ok?
Priscila e Camila olharam uma para outra e logo responderam em uma única voz:
- Está bem tia!
Então comecei a chorar de vergonha, batendo os pés em desacordo, foi então que Priscila se aproximou e disse:
- Não se preocupe, Enzo, não precisa ficar com vergonha. Você sabe que eu tenho uma irmãzinha e a Camila sempre vai ajudar minha mãe e eu a cuidar dela. Nós vamos cuidar bem de você , tá?
As palavras de  Priscila me deixaram mais revoltado ainda e não parava de chorar pelado no meio das três. Minha tia novamente tomou as rédeas da situação e me levou para o banheiro e pediu para minhas vizinhas buscarem a banheira e demais acessórios para um bom banho de bebê.
Foi então que percebi que chorar não adiantaria e comecei a me acalmar. Minha Tia me pôs de quatro novamente dentro da banheira e começou a lavar meu bumbum. Priscila, ajudando a minha tia com os materiais ficava falando:
- Está vendo, Enzo, não é ruim ser bebezinho não, em apenas um dia você já tem três pessoas para cuidar de você. Quer que eu passe o sabonete no bumbum dele tia?
Então Priscila lavou meu bumbum com sabonete granado. Que vergonha eu estava sentido, mas já tinha me entregado à situação, as represálias da minha tia eram muito duras. Acabado o banho, Camila me enxugou com a fralda de pano e minha tia me levou nos braços e me deitou na cama quando eu reclamei:
- ah tia, fralda de novo?!
- Mas é claro, Enzo, você ainda não tem maturidade para andar sem fralda pelo bairro. Respondeu minha tia.
Fiquei paralisado depois que minha tia falou aquilo, novamente lágrimas derramaram em meu rosto.
Camila já com o talco, a pomada, a loção e a fralda na mão, se aproximou dizendo:
- Vai ser divertido, bebezinho, você vai ver, não precisa chorar não. Disse não contendo um leve sorriso.
Priscila assistia tudo também sem poder conter algumas risadinhas, mas logo também procurava me confortar com palavras.
Minha tia viu as coisas que Camila segurava na mão e falou:
- Camila, deixe o talco, a loção e a pomada ao lado da cama, mas meu bebezinho não vai usar essa fralda aí que você tem na mão.
Então, minha tia as levou para o outro quarto e me deixaram  deitado na cama completamente nu com as pernas abertas. Não conseguia ouvir o que elas falavam no outro quarto quando de repente Priscila e Camila apareceram. Camila segurava uma fralda rosa e branca com florzinhas estampadas, bem diferente daquela fralda branca e verde que eu usei para  dormir naquela noite. Minha tia entrou por ultimo com uma toalha de banho na mão e disse:
- Olha meu bebê, a titia agora vai tomar banho, mas já deixei suas coleguinhas instruídas para te arrumar, aliás elas já têm experiência com a irmãzinha da Priscila.
Já não sabia onde por a cara, dos meus olhos ainda escorriam algumas gotas de lágrimas. Minhas duas amigas me tratando como bebezinho sob as ordens de minha tia.
Camila olhou para Priscila e perguntou:
- Então, por onde começamos?
- Primeiro a gente deve limpar o bumbum dele com a loção como a tia falou. Respondeu Priscila.
Então Camila pegou a loção e embebedou no algodão. Priscila então falou.
- Olha, Enzo, eu vou ter que levantar suas pernas para a Camila limpar seu bumbum, Tá? Por isso vou pedir que você colabore com a gente para a tia não brigar com você.
Não tive escolha levantei minhas pernas juntas e Priscila as segurou quando chegou no alto. Então Camila começou a deslizar o algodão na minha virilha passando pelo bumbum  (ai que vergonha), como minha tia havia instruído.
- Pronto o bumbunzinho já está bem limpinho, agora vou passar um pouco de pomada, aguenta firme aí Priscila. Disse Camila, soltando aquela risadinha que me perturbava.
Priscila olhou para mim e soltou uma risadinha e eu respondi com outra risadinha meio sem graça para ela. Depois da pomada Camila passou o talco.
- Pronto, o bebezinho já está limpinho e cheirosinho. Agora eu vou te mostrar a fraldinha linda que a tia escolheu para você usar, eu amei e você Priscila? Perguntou Camila.
- Amei também é a mesma marca que a mamãe está usando na minha irmãzinha. Respondeu Priscila sorrindo
Camila se aproximou e me mostrou a fralda rosa com estampa de florzinha.
- Tarann! Olha que linda, Enzo, sua fraldinha, nem eu que sou menina tive uma fralda dessa quando era bebezinha. Disse Camila mostrando aquela fralda que iria me acompanhar durante todo o dia.
Então Priscila pediu novamente que eu a ajudasse a levantar as minhas pernas, obedeci e então Priscila as puxou um pouco mais em direção à minha cabeça para que meu quadril pudesse levantar. Com meu quadril levantado Camila abriu a fralda e pôs sob o meu corpo, então Priscila baixou minhas pernas e meu bumbum repousou sobre a fralda rosa estampada de florzinhas. Priscila pediu que eu abrisse as pernas e então Camila levantou a parte da frente da fralda levando de encontro à parte de trás prendendo-as com a fita adesiva.
Nesta hora minha tia já estava na porta do quarto observando sorrindo e falando:
- Tá lindo de fraldinha rosa! Agora penteiem o cabelinho dele e leve para sala que eu vou preparar o café de vocês.
- Pronto bebê deixa suas babás pentearem você agora, fica quietinho. Disse Priscila enquanto Camila passava talco no meu pescoço.

Levantei da cama e Priscila logo ajeitou a fralda em minha cintura e as duas me levaram pelas mãos até a sala. Ao caminhar novamente o barulhinho de plástico quebrava o silencio da casa a cada passo que eu dava totalmente sem jeito. Sentamos no sofá e ficamos ali conversando enquanto a tia preparava o café da manhã.

Por hoje é só, pessoal até a próxima.

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

CONTO DE ENZO PARTE 1 INFANTILISMO

Oi, galera, meu nome é Enzo, tenho 21 anos e minha estória com infantilismo e crossdresser começaram quando eu tinha 8 anos.
Quando fiz sete anos, minha mãe me levou para a capital para estudar e morar com minha tia Marta que vivia só pois havia perdido sua filhinha recentemente. Minha tia era uma pessoa bem imperativa e a disciplina era fundamental em sua casa, por isso sempre a respeitei e tinha um certo medo também.
Passei um ano vivendo normalmente com ela, neste período conheci minhas vizinhas que eram da mesma idade que eu: Priscila e Camila. Mas durante esse período tínhamos pouco contato.
Neste primeiro ano de convivência com a minha tia, notei que ela era uma pessoa que quase não sorria apesar de ser ainda jovem, 27 anos, gostava de impor sua autoridade naquela casa e eu me esforçava bastante para fazer tudo certo, pois sabia que a represália era dura, mas mesmo assim eu gostava dela. Apesar de severa nós tínhamos nossos momentos de brincar juntos e ela sempre contava estorinhas pra dormir.
Certa noite fui acometido por uma disenteria tão forte que não consegui segurar a tempo de chegar ao vaso sanitário sujando todo o corredor que ligava o quarto onde eu dormia ao banheiro.
Foi quando minha tia apareceu e viu aquela situação constrangedora em que me encontrava e disse:
- Enzo, está vendo a sujeira que você fez no corredor?
- Desculpa, tia, foi sem querer. Falei pra ela já com lágrimas nos olhos.
- Quero que você entre no banheiro agora e me aguarde lá enquanto eu limpo a sujeira que você fez. Disse ela com tom imperativo.
Entrei no banheiro envergonhado com aquela situação e fiquei esperando a minha tia quando ela entrou com uma banheira, algumas fraldas de pano, xampu, sabonete e loção para bebê.
Não entendi aquela situação, mas fiquei ali parado, estático. Foi quando ela me pegou pelo braço e me levou ao chuveiro e disse que ela mesmo iria passar a me limpar a partir daquele dia em diante. No primeiro momento fiquei ali calado, envergonhado e obedecendo ao que ela falava enquanto limpava meu bumbum debaixo do chuveiro. Depois de lavar meu bumbum encheu a banheira e me pôs dentro dela. Quando me sentei na banheira vi que estava escrito na mesma, o nome da sua filhinha que havia perdido. Então minha tia me virou e me pôs de quatro e começou a limpar meu bumbum com água e sabonete próprio para bebê, provavelmente o mesmo que usava para dar banho em sua filha. Estava muito envergonhado e queria que aquela situação acabasse logo. Quando terminou pediu que eu ficasse de pé enquanto ela me enxugava com a fralda de pano.
Depois do banho ela me levou para o quarto, eu como sempre estava quieto. Quando entramos no quarto, para minha surpresa havia na cama um pacote de fralda descartável aberto com uma fralda ao lado e perguntei  para minha tia.
- Tia, pra quem é essa fralda que está em cima da minha cama?
- É para você, Enzo, pra quem mais seria?
- Ah, tia, eu não quero usar fralda não. Respondi chorando.
- Você vai usar sim e pronto. Você está com diarreia e não posso correr o risco que você suje sua cama. Agora vá e deite na cama!
Deitei na cama aos prantos. Ela pegou a loção, embebedou um pedaço de algodão e começou passar em minha virilha, no bumbum. Depois pegou a pomada e repetiu o processo. Eu continuava chorando, pois não aceitava aquela situação, desde os seis anos de idade já me considerava um rapazinho independente. Foi aí que ela pegou a fralda e começou abri-la para que pudesse me vestir e com apenas uma das mãos pegou meus pés, juntou-os e levantou as minhas pernas junto com meu quadril, com a outra mão pôs a fralda embaixo de mim. Depois disso pegou um frasco de talco e passou em minha virilha, e com as minhas pernas abertas ela fechou as fitas da fralda em meu corpo. Estava muito envergonhado mas o meu choro já estava mais calmo. Ela pediu que eu levantasse para que ajeitasse a fralda em minha cintura e disse:
- Pronto, rapazinho, não foi tão ruim assim. Já está de fraldinha como a titia gosta.

Dei um sorrisinho meio sem graça ainda com lagrimas nos olhos. Então ela me levou para mesa de jantar. Ao andar dava para ouvir de longe o barulhinho que a fralda fazia a cada passo que eu dava. Sentei na mesa cabisbaixo esperando a janta. Jantamos juntos, depois ela preparou um soro caseiro e deu para eu tomar e me levou para dormir. Naquela noite acordei borrado duas vezes e minha tia trocou a minha fralda todas as vezes. Rsrss

Por hoje é só pessoal