Oi, galera, meu nome é Enzo, tenho 21 anos e minha estória
com infantilismo e crossdresser começaram quando eu tinha 8 anos.
Quando fiz sete anos, minha mãe me levou para a capital para
estudar e morar com minha tia Marta que vivia só pois havia perdido sua
filhinha recentemente. Minha tia era uma pessoa bem imperativa e a disciplina
era fundamental em sua casa, por isso sempre a respeitei e tinha um certo medo
também.
Passei um ano vivendo normalmente com ela, neste período
conheci minhas vizinhas que eram da mesma idade que eu: Priscila e Camila. Mas
durante esse período tínhamos pouco contato.
Neste primeiro ano de convivência com a minha tia, notei que
ela era uma pessoa que quase não sorria apesar de ser ainda jovem, 27 anos,
gostava de impor sua autoridade naquela casa e eu me esforçava bastante para
fazer tudo certo, pois sabia que a represália era dura, mas mesmo assim eu
gostava dela. Apesar de severa nós tínhamos nossos momentos de brincar juntos e
ela sempre contava estorinhas pra dormir.
Certa noite fui acometido por uma disenteria tão forte que
não consegui segurar a tempo de chegar ao vaso sanitário sujando todo o
corredor que ligava o quarto onde eu dormia ao banheiro.
Foi quando minha tia apareceu e viu aquela situação
constrangedora em que me encontrava e disse:
- Enzo, está vendo a sujeira que você fez no corredor?
- Desculpa, tia, foi sem querer. Falei pra ela já com
lágrimas nos olhos.
- Quero que você entre no banheiro agora e me aguarde lá
enquanto eu limpo a sujeira que você fez. Disse ela com tom imperativo.
Entrei no banheiro envergonhado com aquela situação e fiquei
esperando a minha tia quando ela entrou com uma banheira, algumas fraldas de
pano, xampu, sabonete e loção para bebê.
Não entendi aquela situação, mas fiquei ali parado,
estático. Foi quando ela me pegou pelo braço e me levou ao chuveiro e disse que
ela mesmo iria passar a me limpar a partir daquele dia em diante. No primeiro
momento fiquei ali calado, envergonhado e obedecendo ao que ela falava enquanto
limpava meu bumbum debaixo do chuveiro. Depois de lavar meu bumbum encheu a
banheira e me pôs dentro dela. Quando me sentei na banheira vi que estava
escrito na mesma, o nome da sua filhinha que havia perdido. Então minha tia me
virou e me pôs de quatro e começou a limpar meu bumbum com água e sabonete
próprio para bebê, provavelmente o mesmo que usava para dar banho em sua filha.
Estava muito envergonhado e queria que aquela situação acabasse logo. Quando
terminou pediu que eu ficasse de pé enquanto ela me enxugava com a fralda de
pano.
Depois do banho ela me levou para o quarto, eu como sempre
estava quieto. Quando entramos no quarto, para minha surpresa havia na cama um
pacote de fralda descartável aberto com uma fralda ao lado e perguntei para minha tia.
- Tia, pra quem é essa fralda que está em cima da minha
cama?
- É para você, Enzo, pra quem mais seria?
- Ah, tia, eu não quero usar fralda não. Respondi chorando.
- Você vai usar sim e pronto. Você está com diarreia e não
posso correr o risco que você suje sua cama. Agora vá e deite na cama!
Deitei na cama aos prantos. Ela pegou a loção, embebedou um
pedaço de algodão e começou passar em minha virilha, no bumbum. Depois pegou a pomada e repetiu o processo. Eu continuava chorando, pois
não aceitava aquela situação, desde os seis anos de idade já me considerava um
rapazinho independente. Foi aí que ela pegou a fralda e começou abri-la para
que pudesse me vestir e com apenas uma das mãos pegou meus pés, juntou-os e
levantou as minhas pernas junto com meu quadril, com a outra mão pôs a fralda
embaixo de mim. Depois disso pegou um frasco de talco e passou em minha
virilha, e com as minhas pernas abertas ela fechou as fitas da fralda em meu
corpo. Estava muito envergonhado mas o meu choro já estava mais calmo. Ela
pediu que eu levantasse para que ajeitasse a fralda em minha cintura e disse:
- Pronto, rapazinho, não foi tão ruim assim. Já está de
fraldinha como a titia gosta.
Dei um sorrisinho meio sem graça ainda com lagrimas nos
olhos. Então ela me levou para mesa de jantar. Ao andar dava para ouvir de
longe o barulhinho que a fralda fazia a cada passo que eu dava. Sentei na mesa
cabisbaixo esperando a janta. Jantamos juntos, depois ela preparou um soro caseiro
e deu para eu tomar e me levou para dormir. Naquela noite acordei borrado duas
vezes e minha tia trocou a minha fralda todas as vezes. Rsrss
Por hoje é só pessoal
sério, isso é muito bizarro.
ResponderExcluirKkkkkk bebezão!Vê se cresce! 😂😂😂
ResponderExcluirKkkkkk bebezão!Vê se cresce! 😂😂😂
ResponderExcluirMuito bom contos ABDL e Ageplay são da hora.
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