Olá, amiguinhos, meu nome é Flávia, tenho 16 aninhos e quero
compartilhar um pouco sobre a minha vida e como me tornei infantilista. Espero
que gostem, bjos!
Sou filha única, minha família é bem sucedida e nunca me
deixaram faltar nada, cresci em meio a mimos e superproteção.
No ano em que completei 9 anos, meu pai, infelizmente, veio a falecer
em um acidente de avião. Minha mãe ficou arrasada. Chorei muito com a minha
mãe, lembrando os bons momentos que passamos juntos.
Alguns meses haviam passado após a morte de meu pai quando
minha mãe foi acometida por uma fobia doentia que a fez querer me proteger de
tudo e de todos. Desde então ela passou a me deixar presa dentro de casa sem poder
sair na rua sozinha ou ir brincar com
minhas amigas. As vezes eu tentava, de alguma forma, fugir para brincar na rua,
porém sempre minha mãe me levava de volta para casa em meio à cintadas.
Certa vez, eu conseguir fugir para ir brincar com minhas
coleguinhas na casa de outra amiga que morava umas três ruas depois da minha. Neste
dia eu passei dos limites saí de casa às duas da tarde e retornei às sete da
noite. Voltando para casa, virei a esquina da minha rua e vi, de longe, a minha
mãe aos berros desesperada sendo amparada pelos vizinhos. Minhas amigas me
olharam e eu logo entrei em desespero também.
- Ai, é hoje que minha mãe me mata! Disse para Elisa, minha
melhor amiga.
- Nossa, Flavinha, espero que sua mãe não seja muito dura
com você, boa sorte amiga! Respondeu Elisa já tomando certa distância de mim.
Entrei em casa correndo e aos prantos imaginando a surra que
iria levar naquela noite. E foi dito e feito, minha mãe logo entrou em casa e
me ordenou que eu fosse para o meu quarto e a aguardasse lá. Nunca consegui
esquecer aquela surra. Minha mãe me deixou marcas no corpo todo e me pôs para
dormir sem jantar.
Naquela noite demorei muito para pegar no sono, ainda
soluçava muito chorando pelas cintadas que ainda ardiam em meu corpo. Foi aí
que ouvi a porta do quarto se abrir e minha mãe entrar e caminhar em minha
direção. Fechei os olhos e continuei a chorar. Minha mãe sentou ao meu lado e
me abraçou forte e senti que ela também estava chorando.
- Princesa, a mãe não queria te maltratar, mas você me deixou
muito preocupada. Você promete que não vai mais deixar a mamãe desse jeito?
Perguntou minha mãe em meio espasmos de choro.
Olhei para ela e vi aquele rosto meigo, vermelho de tanto
chorar e a abracei bem forte.
- Sim, mamãe, eu prometo, não vou te fazer sofrer.
Adormeci em meio aos cafunés da minha mãe.
Na manhã seguinte acordei assustada, ainda com o corpo
dolorido, percebi que minha cama estava molhada, levantei o meu lençol e vi meu
pijama todo ensopado. Levantei e fui contar para minha mãe o acontecido.
Minha mãe levantou da cama sem dizer uma palavra, foi ao meu
quarto pegou meu colchão e lençóis e os levou para fora da casa para serem
limpos. Fiquei encostada na porta do quarto de cabeça baixa, morrendo de
vergonha. Ainda sem falar nada ela pegou em meu pijama e viu que realmente
estava molhado de xixi, então ela retirou a minha roupa e me levou ao banheiro
e me deu banho. Fazia tempo que minha mãe não me dava banho, por isso tudo
aquilo era estranho e vergonhoso pra mim. Depois do banho ela me vestiu e fomos
tomar café juntas. Depois disso ela me levou para a escola e foi trabalhar.
Aquele dia foi normal como todos os outros, minha mãe me
buscou na escola e me levou para casa e não me deixava sair para lugar nenhum. Minha
mãe estava cada vez mais super protetora e agora até a minha comida ela queria
me dar na boca. De noite depois do jantar ela me levou para o banheiro.
- Mamãe, eu sei me banhar sozinha. Disse para ela oferecendo
uma certa resistência para aquela situação.
- Flavia, entenda que eu só quero o seu bem, a partir de
hoje eu vou cuidar de você, vou te dar banho, vou te dar de comer e você vai prometer que vai ser obediente. Retrucou minha
mãe apertando o meu braço para me intimidar.
Abaixei minha cabeça e obedeci. Depois do banho a mãe pediu
que a esperasse na porta do quarto enquanto ela iria buscar algumas coisas
dentro do carro. Não entendi direito o que estava acontecendo e fiquei plantada
ali enrolada em minha toalha de banho. Foi quando minha mãe entrou com uma
bolsa de bebê nas mãos, colocou-a em minha cama e retirou dela pomada para
assaduras, um vidro de talco, colônia para bebês e, por último, uma fralda
descartável. Arregalei meus olhos e fiquei desesperada ao ver minha mãe me
chamando para deitar em minha cama.
- Vem, Flavinha, deite aqui e deixa a mamãe cuidar de você!
- Mas mãe...
- Mas nada venha cá deite logo que eu estou mandando!
Caminhei para a cama e me deitei chorando. Minha mãe logo
colocou uma chupeta na minha boca e ordenou que engolisse o choro. Fiquei deitada
na cama soluçando meu choro com a chupeta na boca enquanto minha mãe abria a
fralda. Pediu que eu levantasse o quadril e então pôs a fralda embaixo de mim. Após
isso ela passou pomada, talco e fechou a fralda. Depois passou um pouco de colônia,
me vestiu com uma camisolinha da turma da Mônica e me pôs pra dormir.
Por hoje é só, coleguinhas, até a próxima!
Isso gue a amor de mãe ELA gue sempre nosso bem nos não recoemos isso com carinho pra elas vomos ser sempre crianças tu ver botar fraldas isso muito bom com carinho eu não tive essas oportunidade perdi meus pais sendo a minha tia eu meus irmão Colégio interno agente da valor guando perdi nossos pais hoje tem fiho ele casou foi mora Mato Grosso do Sul é amor VIDA prmeirante Deus gue eu amo mai tudo tá em primeiro lugar ele meu filho e minha nora abençoada GUE DEUS ABENÇOE VOCÊS
ResponderExcluirLindo conto.
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